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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pastor e esposa colocam cama no telhado da igreja para mostrar que “Sexo é de Deus”


Ed e Lisa Young, fundadores da Igreja Fellowship, no Texas, vão passar 24 horas em uma cama colocada sobre o telhado da igreja. Durante o “evento” programado para a próxima semana, que será transmitido ao vivo pela Internet, eles pretendem encorajar os casais a conhecer o poder de uma vida sexual saudável, conforme afirmam em seu novo livro sobre sexo no casamento.

Dois dias depois que seu livro, Sexperiment: 7 Days to Lasting Intimacy with Your Spouse, [Experimento sexual: 7 Dias para aumentar a intimidade com o seu cônjuge] for lançado, os pastores da Fellowship ficarão 24 horas na cama fazendo um debate via internet (por Skype, Twitter e Facebook) para responder ao público sobre questões relacionadas à intimidade no casamento.

A transmissão começa às 6 da manhã da próxima sexta-feira, 13 de janeiro.
Basicamente, o livro incentiva os casais a terem relações sexuais por sete dias seguidos e a promessa que isso trará “resultados surpreendentes” para o resto da vida do casal.

“Tragicamente, nossa cultura tirou a cama da igreja e Deus foi colocado para fora da cama”, diz Ed Young, que está “bem casado” com Lisa por quase 30 anos. “É hora de trazer Deus de volta para a cama e colocar a cama de volta na igreja”, explicou Ed.

O desejo dos pastores é que os cristãos iniciem um diálogo sobre sexo e sejam desafiados a tornar o sexo uma prioridade no leito matrimonial, pois assim os casais permanecerão unidos fora da cama. Seu livro aborda os ensinamentos bíblicos sobre o propósito de Deus para o sexo no casamento e não somente o prazer pessoal.

“Os cristãos tendem a pensar que sensualidade é carnalidade, mas na realidade é espiritualidade”, escrevem eles em seu livro. Por que sete dias? O casal diz que o número sete na Bíblia muitas vezes simboliza totalidade ou conclusão.

O pastor Ed Young também começou uma série de sermões em sua igreja com a esperança de “mudar a maneira como as pessoas veem a ligação entre Deus e sexo”. “Por muito tempo, temos ouvido a mentira do mundo sobre o que é o sexo. É hora de voltar para a verdadeira compreensão sobre este presente incrível! – A verdade de Deus”, escreveu Young em seu blog.

Muitos outros casais de líderes cristãos estão recomendando o livro, como Craig e Amy Groeschel , da LifeChurch, Steven e Holly Furtick, da Igreja Elevation, além de Carl e Laura Lentz da Hillsong New York. Todos concordam que sexo é um assunto vital para os relacionamentos e deveria ser mais discutido nas igrejas.
Traduzido e adaptado de Christian Post


Fonte: http://www.evangelizai.com.br

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Chaves, a representação do Inferno...Será?????

Entre deuses diabólicos, pecados capitais e cenários macabros, está o seriado Chaves.

Criatividade, revelação, imaginação ou inspiração divina?????
Leia esse artigo e tire suas conclusões:




Chaves, a representação do Inferno.

Será??????






Por Ademir Luz

Roberto Bolaños
é o criador de uma das mais sutis, brilhantes e temíveis representações do inferno em qualquer das artes: o seriado “Chaves”. Se, conforme ensinou Baudelaire, “a maior artimanha do demônio é convencer-nos de que ele não existe”, podemos concluir que esse mesmo demônio não iria apresentar seus domínios por meio de estereótipos: escuridão, chamas, tridentes, lava. Em “Chaves”, verdadeiramente, “o inferno são os outros”.

Originalmente, o seriado chama-se “El Chavo Del Ocho”, ou traduzindo do espanhol: “O Moleque do Oito”. Ninguém sabe o verdadeiro nome do protagonista, que nunca foi pronunciado. Cha­mam-no apenas de “Moleque”. O nome próprio Chaves é uma adaptação brasileira, uma corruptela da palavra “chavo”. É certo que um “chavo”, ou “moleque”, é quem faz molecagens; quem subverte a ordem do que seria moral e socialmente aceito como correto. Em livre interpretação, o “moleque” é um pecador. Portanto, o seriado trata de pecados. Não de pecados mortais, pois do contrário dificilmente seus personagens gerariam simpatia, mas, com certeza, de pecados capitais.


Ao contrário do que muitos acreditam, o protagonista não mora em um barril, mas na casa número 8. Sendo órfão e morador de rua, foi recolhido por uma idosa, que jamais foi mostrada; e que talvez não exista.

Imagine a cena: Chiquinha chuta a canela de Quico e faz seu pai pensar que o menino foi o agressor, enervado Seu Madruga belisca Quico, que chama Dona Florinda, que acerta um tapa no vizinho gentalha, que descarrega a raiva no Moleque, que atinge o Seu Barriga quando ele chega para cobrar o aluguel. Enquanto isso, o professor Girafales, queimando de desejo, bebe café, com um buquê de rosas no colo, sem desconfiar a causa, motivo, razão ou circunstância de tanta repetição.


O cenário é um labirinto rizomático, sem centro, começo nem fim. Saindo da vila caem em uma rua estreita que leva a um pequeno parque, um restaurante e uma apertada sala de aula. As variações, como Acapulco, são exceções que confirmam a regra. O universo dos personagens se resume a esse espaço claustrofóbico, onde um ambiente leva a outro que leva a outro que leva a outro, indefinidamente.


Personagens:

Chaves, o Moleque, sempre faminto, cometia o pecado da gula. Glutão inveterado, sua preferência por sanduiche de presunto indica desprezo pelas leis de Deus, que proibiu o consumo de porco, esse animal sujo e de pé fendido. Inimigo de qualquer autoridade moral, apelidou seu professor de “Mestre Linguiça”, outra referência a malfadada iguaria suína.


Seu Madruga, que têm muito trabalho para continuar sem trabalhar, cometia o pecado da preguiça. Exigem redobrados esforços suas estratégias de fuga, para não pagar os indefectíveis 14 meses de aluguel. Que nunca se tornam 15 meses, denotando que a passagem do tempo está suspensa. Não é necessário lembrar que 7 + 7 é igual a 14 e que, na tradição crística, 70 x 07 simboliza o infinito. Da mesma forma que o 8, o símbolo de adição deitado torna-se o de multiplicação. Deus mora nos detalhes.


A ganância de Seu Barriga é óbvia. Quem mais cobraria o aluguel mensal praticamente todos os dias? Os golpes que o Moleque lhe aplica sempre que chega a vila faz parte de sua punição. O fato de possuir como veículo uma Brasília amarela liga-o imediatamente ao país Brasil, indicando que em vida deve ter se envolvido em escândalos de corrupção. Terry Gilliam não escolhe títulos ao acaso.


O pequeno marinheiro Quico, o menino mais rico da vila, é movido pela inveja. Sempre que vê um de seus pobres vizinhos se divertindo com um surrado brinquedo, cobiça aquela alegria simplória e vai buscar um dos seus, sempre maior e melhor, mas que nunca lhe dá satisfação. O brinquedo do outro, mesmo sendo obviamente inferior, sempre lhe parece mais interessante. Um círculo vicioso de inveja, jamais saciada.


Chiquinha é marcada pela personalidade intolerante, raivosa. Imitando o Pateta, usava o automóvel como uma arma potencializadora de sua ira. Morrendo em uma briga de trânsito, na vila, tenta fazer o mesmo com o triciclo. Não foram poucas as vezes que atropelou pés e brinquedos. Mas a musa que canta a ira do poderoso Aquiles não se ocupa da ira insignificante de Francisquinha. Sendo a menor e fisicamente mais fraca da vila, só lhe resta chorar, chorar e chorar.

Dona Florinda e o Pro­fessor Girafales foram libertinos do porte do Marquês de Sade e Messalina (ou os próprios). Mestres na arte da luxúria, acabaram condenados a eternidade de abstinência sexual. Frigida e impotente, a mente almeja, mas o corpo não acompanha. Consomem infindáveis xícaras de café que, com propriedades estimulantes, alimentam ainda mais o fogo que não podem debelar.

O professor Girafales fuma em sala de aula não porque “El Chavo Del Ocho” foi gravado antes da praga politicamente correta, mas devido ao fato dele ser portador do célebre cacoete pós-coito de acender um cigarro, fazer um aro de fumaça no ar e perguntar “foi bom para você?”. Incapaz de cumprir a primeira parte do ritual erótico, involuntariamente reproduz a segunda. Não por acaso, a trilha sonoro de seus encontros é a mesma de “... E o Vento Levou”. A frase final do filme é “amanhã será outro dia”. Na vila, sempre haverá outro dia e outra xícara de café.


Dona Clotilde, a bruxa do 71, padecia de extrema vaidade. O gênio de Bolaños teve a sutileza de convidar uma ex-miss, a espanhola Angelines Fernández, para interpretar a personagem. Novamente o signo de uma condenação eterna aparece: 71 nada mais é do que 7+1=8. O animal de estimação de Dona Clotilde, significativamente chamado de Satanás, chama atenção para outro elemento importante. A presença de diversos demônios errantes na vila. Trata-se de uma besta transmorfa. Em alguns episódios satanás é um gato, em outros um cão. Diferente do paradoxo do coelho-pato de Jastrow, Wittgenstein e Thomas Kuhn, que servia ao desenvolvimento da razão, o gato-cão é uma representação do misticismo, o cão em “pessoa”.



O carteiro Jaiminho, em sua função de portador de mensagens, é o único representante do lado de cá. Um médium que tenta fazer contato com essa outra dimensão. Seu constante estado de fadiga é resultado do esforço sobre-humano necessário para cruzar as dimensões. Prova disso é a descrição que Jaiminho dá de sua terra natal, Tangamandápio. A despeito de existir de fato, sendo localizada a noroeste do Estado mexicano de Micho­acán, trata-se de uma alegoria. Se­gundo o carteiro, tudo em Tangamandápio é colossal. Seria maior do que Nova York e teria uma população de muitos milhões de habitantes. O que poderia ser tão grande? Obviamente, ela não se refere a uma única localidade isolada, mas a todo o planeta; a terra dos vivos. As cartas que transporta são psicografias e a bicicleta que nunca larga, apesar de não saber andar, nada mais é do que um totem, ao estilo de “A Origem”, necessário para que possa voltar para realidade.



Em 1589 o teólogo Peter Binsfeld, no livro “Binsfeld’s Classification of Demons”, estabeleceu que cada um dos sete pecados capitais possui um patrono infernal. Sintoma­tica­mente, Lúcifer, nome pelo qual muitos chamam satanás, gera a vaidade. Os outros são Asmodeu que gera a luxúria, Belzebu a gula, Mammon a ganância, Belphegor a preguiça, Azazel a ira e Leviatã a inveja.

Não nos enganemos: eles rondam a vila. Aparecem circunstancialmente, para promover desordem, dor e tentação.

Se o gato-cão Lúcifer/Satanás ajuda a difundir o boato de que Dona Clotilde é uma bruxa, me parece óbvio que a bela menina Paty e sua tia Glória são Belzebu e Belphegor metamorfoseados em súcubos, demônio sexuais femininos, prontos para atiçar outros apetites no Moleque e tirar Seu Madruga de seu estado de letargia. Por sua vez, o galã de novelas Hector Bonilla, que visitou a vila, nada mais é do que Asmodeu na forma de um íncubo, demônio sexual masculino, com a missão de tumultuar a relação do casal de libertinos castrados. Nhonho é Mammon, instigando o pai avaro a gastar. Popis é Azazel, esmerando-se em despertar a ira de Chiquinha com sua futilidade enervante. Godinez é Leviatã atiçando a inveja de Quico, com suas respostas tão certeiras quanto involuntárias ao Mestre Linguiça. Figuras de pouca relevância como Dona Neves, Seu Furtado, os jogadores de ioiô, os alunos anônimos na escola, os clientes do restaurante, o pessoal do parque e do festival da boa vizinhança, além de outros coadjuvantes, são entidades demoníacas menores, com a função de criar a ilusão de normalidade.


Em “El Chavo Del Ocho”, Bolanõs, o Camus asteca, criou sua própria versão do mito de Sísifo. O Moleque e companhia estão condenados a empurrar inutilmente por uma ladeira íngreme essa imensa pedra chamada cotidiano, que sempre rola de volta, obrigando-os ao tormento do eterno retorno. A pedra de Quico é quadrada, não rola, desliza. É cômico, apesar de trágico.


Fonte:http://www.revistabula.com/posts/colunistas/chaves-do-inferno



Alguns cometários:

@cavalodetroia

Excelente! All shapes and sizes.

Não conseguia parar de ler... E agora fico tentando "decodificar" outros sinais!
Enfim, está explicado por que a estória não tem começo e nem fim e se repete incessantemente, numa agonia eterna, há trinta anos.


Marlon

Parabéns! Só uma mente muito criativa (ou perturbada) pra conseguir associar o seriado Chaves a demonios e aos 7 pecados capitais


Jeronimo Freitas

El chavo del 8, não quer dizer que o "moleque" mora na casa n°8 e sim que o seriado "El Chavo" é uma produção do famoso Canal 8 da TV mexicana.



Devanil Júnior

Não sei se era o objetivo, mas eu ri muito do artigo. hahaha



Baal


alto-centrados ou auto-centrados?


Rob Ville

Muito genial

Este é um daqueles texto que a gente se arrepende pelo resto da vida por não ter escrito. Só!



Pedro Oliveira

Só não concordo quando você diz que Quico sente inveja de Godinez, pois, isso nunca foi demonstrado no seriado. De resto, uma analogia perfeita.


Dionatttan

Nunca li tanta bobagem num texto só. Parece aqueles artistas que inflam um golfinho-bóia e usando palavras tentam contestar uma arte que não existe.



Br
uno

Muito prolixo...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Jesus Cristo Homem - 666

Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ’ e enganarão a muitos.
Mateus 24:5


Abençoado, pensa comigo. Seja flexível. Olhe as evidências. Você vai ter que chegar a uma conclusão: SE ESTE LIVRO, A BÍBLIA, É VERDADE PARA TI. SE ESTÁ É A VERDADE, ENTÃO, EU SOU O SENHOR."
Jesus Cristo Homem
Dr. José Luis De Jesús Miranda


"Deus sempre fala através de um homem. Sua vinda não é misticismo é propósito.
Jesus de Nazaré veio tirar a lei, a destruir ao diabo, a tirar o pecado e a estabelecer um novo pacto.

Assim mesmo, a segunda vez vem com propósito, não com misticismo. Qual é o propósito? Aclarar o oculto das trevas. Julgar os segredos dos homens. Vem sem relação com o pecado. Confirmar a igreja conforme ao evangelho dado ao apóstolo Paulo.


Quem te demostrou que tu não és um pecador? Quem te demostrou que o diabo foi destruído? Que estás salvo sempre salvo? Que o número 666 há sabedoria?

Que tens que deixar a Jesus de Nazaré e ser do Outro?

Quem se atreveu a eliminar os rudimentos da doutrina de Cristo, como o batismo e a imposição de mãos?

Quem se atreveu a destapar, que comer um pedaço de pão e um pouco de suco de uva na verdade é uma perda de tempo?


Quem te explicou que o celibato é doutrina de demônios? Quem te explicou que o selo do Espírito Santo não é falar em línguas?


Não há um homem em toda a história de dois mil anos que tenha vindo como eu tenho vindo, pregando a Cristo sem relação com o pecado.
Demostrando: Que o pecado foi tirado.
Demostrando: Que estás perfeito com uma só oferta. Destapando as mentiras destes sistemas religiosos: Católico romano e protestante.
Eu sou o único no mundo que apresenta a verdade do evangelho da incircuncisão.


Assista o vídeo onde o "Jesus Cristo Homem" explica melhor seus ensinos.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mão de obra


Mohammed Asharaf não vai à escola.

Desde que sai o sol até que a lua apareça, ele corta, recorta, perfura, arma e costura bolas de futebol , que saem rolando da aldeia paquistanesa de Umar Kot para os estádios do mundo.

Mohammed tem onze anos. Faz isso desde o cinco. Se Soubesse ler, e ler em inglês, poderia entender a inscrição que ele prega em cada uma das suas obras: It was not made by children (Esta bola não foi fabricada por crianças).


Texto extraído do blog:
http://furteotempo.wordpress.com/

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Super ovelhas




Você já parou pra pensar o porque que Jesus se referiu aos filhos de Deus como ovelhas?

Existe uma boa razão.

As ovelhas não são conhecidas como os animais mais inteligentes do mundo. Elas precisam de um pastor. Sem orientação e ajuda, elas farão coisas que podem ser até auto destrutivas:

"Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desvia pelo caminho"(Is 53:6)

As ovelhas são teimosas, e esta é outra razão pela qual Deus usa esta analogia para nos descrever.
Frequentemente decidimos fazer coisas que redundarão em mal para nós a não ser que Deus intervenha.
As ovelhas realmente tem muitos defeitos, mas elas não tentam escondê-los. A simples disposição de serem o que são é um dos seus pontos mais fortes.
Tentamos esconder nossos erros, e isto se torna um de nossos maiores problemas.
Deus sabe de todas as coisas de qualquer forma, então, por que tentamos esconder qualquer coisa Dele?


Tentamos ser "Super ovelhas", e isso não existe.
As palavras super ovelhas nem se quer combinam.

Joyce Meyer- O Vício de agradar a todos- pág, 94

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O medo é a Fé

O medo é uma emoção terrível - uma emoção que se concretiza.

Joyce Meyer






Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece

( 3:25)




O medo é simplesmente fé no que Satanás diz. Precisamos nos lembrar que não apenas Deus fala conosco, mas também Satanás. Ele é mentiroso (Jo 8:44), e quando acreditamos em suas mentiras somos enganados e abrirmos a porta para que ele opere em nossas vidas.


Ele coloca pensamentos que não são verdadeiros em nossa mente, mas que podem se tornar realidade se acreditarmos neles. Ex: Se tivermos medo de não estar agradando a Deus ou às pessoas, manifestaremos um comportamento que nos tornará realmente desagradáveis.

Trecho do livro "O vício de agradar a todos" - Joyce Meyer, pág 23.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Tá com sede? Bebe água!



O trabalho do pesquisador japonês Masaru Emoto (foto), 59 anos, é surpreendente. Durante oito anos ele e sua equipe cristalizaram e fotografaram moléculas de água das mais variadas partes do mundo. As amostras foram retiradas de rios, lagos, chuva, neve e submetidas às vibrações de pensamentos, sentimentos, palavras, idéias e músicas. O mais admirável é que foi possível registrar em imagens a reação das moléculas de água a esses estímulos - tanto os considerados positivos quanto os negativos.








Ao som de Rock





De rio Poluído


Ao som de Oração

Ao som de obrigado


Ao som de Eu te amo





Ao som da Ária para corda em Sol, de Bach





Ao som de ameaças















domingo, 14 de novembro de 2010

Essa é pra vocês diáconos!!!!




Pastores muito atarefados, sobrecarregados e com diversas atividades na igreja perdem o foco prioritário de seu chamado: Palavra, Oração, Aconselhamento e Pastoreamento de Vidas.

Para evitar esse desvio, são chamados diáconos (servos) que recebem responsabilidades sobre determinadas atividades e serviços da igreja por delegação pastoral.

São quatro os princípios dos diáconos:


1
Ninguém pode ir sem ser enviado.

Jesus disse: "Assim como meu Pai me enviou, eu vos envio Também".


2
Só pode ministrar quem é ministrado (quem é ensinável).

"Eu falo somente as palavras que recebi de meu Pai", ensinou Jesus.


3
Só pode liderar aquele que é liderado.


4
Toda realização deve ser autorizada, delegada pelo líder.


Este diácono, que efetivamente cobre as brechas de seus líderes, aumentando a qualidade
do serviço da igreja, é aquele que ganha proeminência em todas as coisas e adquire ousadia
e autoridade em seu próprio chamado e ministério.


Diáconos: Servos do Senhor
Pr. Bruno Pinheiro Côrtes

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Me perdoa!



O perdão está nas mãos de quem perdoa, não de quem poderia ser perdoado"


Guilherme de Pádua


Esta frase foi dita por Guilherme em um entrevista para a revista Veja (28 de Julho de 2010). Ele está se referindo ao suposto pedido de perdão que tanto sonha fazer a mãe de Daniella Perez.
Ele ainda disse: "Essa é uma grande ambição minha. Já criei filmes imaginários sobre como seria esse momento, mas sei que nada que eu faça terá o poder de fazê-la me perdoar"

A pergunta que nos resta fazer é:
Quando alguém se recusa a nos perdoar,
a) Devemos seguir em frente, já fizemos a nossa parte, a responsabilidade não é nossa?
ou
b) Devemos continuar tentando até obter o perdão, porque só assim estaremos livres?
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